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[Coluna Revista Racing] – Muito trabalho pela frente

Não foi o início de temporada que estávamos imaginando. Mas, ao longo da carreira, todo piloto aprende a lidar com resultados ruins. A gente perde mais do que ganha. O importante agora é trabalhar forte e buscar a recuperação na segunda etapa da Stock Car, dentro de poucos dias no Velopark.

Começamos bem nos treinos extras em Goiânia. Com pneus usados, nosso carro tinha uma performance legal e terminei o primeiro treino em sexto lugar. Mas, a partir daí, as coisas não se encaixaram como imaginávamos.

Mexíamos em algo para melhorar o acerto do carro e algum outro probleminha aparecia. Não conseguimos encontrar o acerto ideal e a velocidade necessária para estarmos competitivos com os pneus novos.

Tinha a esperança de passar entre os 15 primeiros do grid para o Q2, mas a disputa foi bastante apertada e terminei em 23º no classificatório.

Na corrida 1, largando lá de trás, tentei me manter na pista. Um “strike” logo no início prejudicou vários carros e eu não saí totalmente ileso. Levei uma batida atrás, que danificou o meu extrator e arrancou uma parte dele. O carro ficou mais difícil de guiar, saindo muito de traseira e me mantive na pista para terminar em 18º e marcar alguns pontos.

Na segunda prova, eu larguei e o resto do extrator começou a soltar. O carro piorou ainda mais e ainda tentei me manter ali e estava brigando com o pessoal que terminou em sexto, mas não deu para continuar. Começou a sair uma fumaça no carro e tive de parar.

Então, foi uma pena, porque com o carro ‘normal’ talvez pudéssemos nos manter sem problemas e terminar entre os primeiros.

Agora é trabalhar… Tentar entender os erros e lutar por um resultado melhor no Velopark. A temporada começou muito competitiva, forte como sempre e vamos fazer de tudo para estar lutando mais na frente.

Abraços e nos falamos após o Velopark!

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