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Sérgio Jimenez em entrevista ao Carros e Corridas

  • 23.03.2014
  • Categoria: Outras
  • Fonte:

O Carros e Corridas apresenta agora uma entrevista, exclusiva, com o piloto paulista Sérgio Jimenez. Um dos mais premiados no Kart Brasileiro, Jimenez acumula vários títulos na categoria na qual ainda hoje disputa algumas competições quando consegue conciliar sua agenda da Stock Car, da GT Brasil e do Mundial de Turismo.

O primeiro campeão brasileiro da Fórmula Renault também encontra tempo para se dedicar à sua empresa JB Kart Parts, especializada em motores e peças para kart. Nascido em Piedade (São Paulo), em 15 de maio de 1984, Jimenez estreou no Kart em 1994 e disputou fora do país a Fórmula Renault Inglesa, a Fórmula Três Espanhola a GP2 e a A1GP ( Copa do Mundo de Automobilismo), e hoje é apontado com um dos mais competitivos pilotos do país.

Acompanhe a entrevista dada ao repórter Robério Lessa.

Carros e Corridas – Inicialmente gostaria de começar nossa entrevista com um tema, de certo modo, polêmico. Você disputou a Segunda Fase do Brasileiro de Kart e esta ficou marcada, dentre outras coisas, pela criação de uma comissão de pilotos que teve assento à mesa da direção de prova com a promessa de que seria consultada sobre as decisões futuras em torno da escolha das sedes da competição. Passado o campeonato, e a recusa do Velopark em sediar as duas fases do Brasileiro de Kart em 2014, gostaria de saber se a CBA, em especial a CNK, tem mantido contato com essa comissão, e de que modo os pilotos estão contribuindo para essas tomadas de decisões?

Sérgio Jimenez – Nós pilotos e preparadores salvamos o Campeonato Brasileiro de 2013 no Eusébio. Pela maioria todos iriam embora com razão pela situação que estava a pista. A CBA/CNK tem mantido contato com a comissão mais ainda de uma forma tímida. Eles poderiam nos chamar para conversar mais sobre esses argumentos.

CeC – Ampliando a primeira pergunta, você não acha que os pilotos deveriam ter sempre uma maior participação nas decisões em qualquer categoria?

SJ – Eu acho sim. Somos nós que fazemos o espetáculo. É um conjunto de fatores, mas os pilotos e pais, especialmente no kart, que fazem aquilo acontecer. Nossas opiniões têm que ser mais escutadas para não acontecer o que aconteceu no Eusébio 2013. Se tivessem pedido opinião de pessoas que vivem o kart há anos, pilotos com experiência, não teriam recapeado a pista faltando poucas semanas do evento.

CeC – Vamos mudar um pouco o foco destas duas perguntas iniciais e falar da carreira do piloto Sérgio Jimenez.

SJ – Vamos lá.

CeC – O que levou você a entrar para o automobilismo? Que influências você sofreu e quais suas maiores referência no automobilismo?

SJ – Fui assistir a inauguração do kartódromo em Itu, no interior de São Paulo com meu pai. De lá conhecemos um pai de piloto, que nos apresentou uma equipe, no qual compramos um kart e logo na semana seguinte comecei a treinar. E hoje estou no automobilismo ha 19 anos! Meu pai e meu tio sempre gostaram de velocidade, iam sempre a Formula Um, tinham carros velozes, isso já vem de família.

Eu tenho diversas pessoas que admiro, cada uma pela sua qualidade. Temos que aprender com os erros que vemos e com os nossos. Acho que maior referencia é aquela pessoa que trabalha, é dedicado, tem foco, e quer ser alguém, e trabalha muito pra isso. Sem trabalho e dedicação nenhum esporte ou negócio vai pra frente!

CeC – Você tem um currículo invejável. No Kart são seis títulos no Brasileiro; nove títulos no Campeonato Paulista; além de ter sido Campeão Norte-Americano; Pan-Americano; Sul Brasileiro, da Seletiva Petrobrás; da Copa Brasil; do Super GP de Kart; das Três Horas de Kart de Goiânia; das 500 Milhas de Kart da Granja Viana; das Seis horas de Kart da Aldeia da Serra); além de outras premiações. Com tantos títulos, o que ainda motiva você quando entra em uma competição de kart?

SJ – Hoje estou mais no kart como empresário. Tenho uma empresa chamada JB Kart Parts (www.jbkartparts.com.br) e somos representantes de diversas marcas, entre elas Italsistem motores de kart, Ibea Carburador, New Line Radiadores, Douglas Rodas, TM Motores de Shifter, CZ correntes, Righetti Ridolfi além de diversos outros produtos.

A motivação para correr hoje é para levar o nome dos meus produtos ao topo. Sabemos que o kart e muito competitivo e a molecada está treinando sempre, mas mesmo assim quando entro em uma competição, mesmo estando focado cem por cento para a Stock Car em termos de pilotagem, consigo ser competitivo e disputar as vitórias.

CeC – Depois do Kart você participou, em 2002, da Fórmula Renault Brasil, na qual foi campeão. Como foi aquele ano e qual a importância que aquela categoria para tua formação?

SJ – Foi meu primeiro ano fora do kart. Foi um ano muito difícil, na época a categoria estava começando e eu fui o ultimo carro a assinar, pois não tinha o patrocínio. Foi um ano de muito foco, pois era minha única chance. Junto com a Bassani Racing e com o Gigante (engenheiro) fomos campeões do primeiro campeonato Brasileiro da F-Renault no Brasil.

Foi muito importante, pois hoje, por exemplo, temos uma Fórmula Três que esta arcaica, com carros muito antigos e preços não condizentes. Esta faltando uma categoria de acesso no Brasil, mais barata, apoiada por uma grande montadora.

CeC – Em 2006 você foi à Espanha onde encarou a Fórmula Três daquele país. Como foi essa experiência de uma temporada fora do país?

SJ – Eu já tinha corrido na Europa em 2003 pela Fórmula Renault Inglesa como prêmio por ter sido campeão em 2002. Mas a Fórmula Três é uma categoria que realmente o mundo naquela época estava de olho. A Espanha estava em plena ascensão devido ao Alonso ter sido Campeão na Fórmula Um. Foi muito difícil também porque mais uma vez estava indo porque tinha ganhando um prêmio de 2005 em uma seletiva da Repsol que aconteceu na Espanha. Não tinha buget para nada, somente para aquela temporada, mas mais uma vez foi um ótimo ano e de grande aprendizado!

CeC – Em 2007 você disputou a GP2 e a A1GP. Na chamada Copa do Mundo de Automobilismo, na qual os carros representavam um país, você atuou na equipe de Emerson Fittipaldi. Além da experiência que adquiriste nas categorias, como foi ter dividido o box com Emerson Fittipaldi?

SJ – A GP2 foi como estar “quase” dentro da Fórmula Um. Foi muito legal, uma pena que não pude correr mais por falta de verba.

Na A1GP fui convidado pelo Emerson Fittipaldi para correr com o carro do Brasil! Foi muito gratificante poder ter o Emerson no Box, pois ele é muito técnico e dentro da pista, no final de semana de corrida, foi sensacional poder trocar informação com ele!

CeC – Você carrega alguma mágoa por não ter tido uma chance de disputar o Mundial de Fórmula Um?

SJ – Dei meu máximo e fiz de tudo que estava e não estava ao meu alcance. Infelizmente eu estava em uma época que o dinheiro já falava mais alto do que o talento e a força de vontade!

CeC – Você retornou às disputas internacionais no Mundial de Turismo, mostrando que há espaço para uma carreira internacional fora da Fórmula Um. Você acha que o público brasileiro tem conseguido se distanciar da Fórmula Um e acompanhar outras categorias onde há representantes brasileiros fazendo um trabalho que tem tido o reconhecimento fora do Brasil?

SJ – Existe vida fora da Formula Um sim! Eu quando estava tentando chegar ate lá não enxergava isso. Hoje os pilotos tem que ter um plano “B”, plano “C”, pois como falei, hoje você precisa ter dinheiro para chegar a Fórmula Um, não basta somente o talento e a força de vontade.

Acho que falta também um representante Brasileiro ganhando corridas na Fórmula Um. Sabemos o quanto e difícil isso, mas quando tivemos isso, o kart que é a base era mais forte, pois o pessoal vai procurar como começar.

CeC – Você voltou ao Brasil em 2009 e disputou a Copa Vicar na qual chegou a vencer uma etapa em sua primeira participação em disputas com carros de turismo, após uma base toda voltada para os Fórmulas. Em 2010 disputou a Copa Montana (categoria de acesso à Stock Car àquela época, a exemplo Ca Copa Vicar), e também competiu no Brasileiro de GT3. Como foi ter de se adaptar a outro estilo de pilotagem já que sua formação foi nos fórmulas?

SJ – Foi um pouco complicado. A vida inteira focada no kart e fórmula e virar tudo para o turismo não foi fácil. Depois de quatro anos batalhando consegui entrar como profissional na principal categoria do Brasil e até do mundo que é a Stock Car. Os carros de turismo são pesados, tem um estilo de pilotagem totalmente diferente no qual você tem que se acostumar. Tem que ter a paciência e perseverança para conseguir entender a aprender as “manhas” do turismo. Eu tive uma adaptação ate que rápida, fiz pole, melhor volta e venci a minha primeira corrida e isso me abriu muitas portas!

CeC – E a Stock Car? Como foi a decisão de seguir para a categoria? Você já havia decidido que este seria seu caminho quando retornou ao Brasil?

SJ – Quando retornei ao Brasil o objetivo era se tornar profissional. A Stock Car hoje é uma vitrine no Brasil e no mundo, pois temos diversos ex-pilotos de Fórmula Um, diversos pilotos com experiências internacionais e os profissionais do turismo. A Stock Car se tornou o caminho natural!

CeC – Depois de sua primeira temporada completa na Stock Car, e ter disputado com Rubens Barrichello o “título” de melhor estreante do ano. Que avaliação você faz da temporada?

SJ – Foi uma temporada em que aprendemos muito, eu e a equipe. O carro e muito manhoso, tem suas peculiaridades. A equipe foi formada neste ano também, foi comprada e reformulada inteira então aprendemos muito durante o ano todo. Colhemos já alguns frutos em 2013, mas tenho certeza que em 2014 iremos colher muito mais, pois todas as pistas que voltamos uma segunda vez no ano (Cascavel, Curitiba, Brasília e Interlagos) andamos muito bem!

CeC – Ter feito a pole na etapa de Brasília, sua primeira pole na Stock Car, ter chegado em segundo foi uma “espécie de vitória”, ou você ficou frustrado por não ter vencido aquela corrida?

SJ – Fiquei feliz e chateado ao mesmo tempo, se der pra ficar assim (risos). A vitória era nossa e perdemos esta corrida saindo do Box, pois teve um acidente na minha frente no qual tive que desviar e perdi cerca de três segundos que nos custou à vitória. Os tempos, os carros, são muito iguais e com bons pilotos fica difícil recuperar isso, mas fizemos um ótimo trabalho e isso ficou claro!

CeC – Hoje a Stock Car se mostra bem competitiva, mas há algumas equipes que se destacam mais. Você acredita que é possível as outras equipes darem esse passo maior na evolução e acompanhar os times de ponta? A Voxx Racing tem crescido como você esperava?

SJ – Existem hoje duas equipes que venceram os últimos 10 campeonatos. Todos trabalham muito para vencer, a categoria é muito competitiva. A Voxx cresceu muito em 2013, por ser uma equipe nova, mas tem que trabalhar e crescer muito ainda para se equiparar as essas equipes. Mas trabalho e empenho não vão faltar, pois temos excelentes profissionais e com uma vontade imensa de vencer! Tenho certeza que 2014 vamos surpreender.

CeC – Você consegue acompanhar outras categorias no país? E que avaliação você faria do atual momento do Automobilismo Brasileiro?

SJ – Tivemos um boom de categorias em 2011/2012. Acho que 2013 deu-se uma reciclada e vão ficar as melhores. Estamos em um momento bom em termos de numero de pilotos e campeonatos de Turismo. Muito fraco em Monopostos e o Kart um pouco bagunçado a parte de regulamentos o que deixa todo mundo com o pé atrás.

CeC – A Stock Car realiza uma corrida na Bahia. Lá é visível a confirmação do interesse pelo esporte motor por parte do público nordestino. Você não acha que outras categorias deveriam fazer o mesmo caminho da Fórmula Truck (que corre em Caruaru) e da Stock Car? Afinal, os custos atrapalham a realização de um verdadeiro campeonato nacional?

SJ – O que realmente atrapalha e a falta de estrutura e de Autódromos. Hoje nos temos pouquíssimos Autódromos bem conservados e cuidados no país. Tínhamos que ter uma “Copa do mundo de automobilismo” para terem que fazer Autódromos padrão “FIFA” (no caso FIA), pois tenho certeza que o Automobilismo ia dar um boom em termos de crescimento.

CeC – O fim de uma categoria como a Fórmula Future, que era administrada pela família Massa, põe em risco a formação de futuros pilotos brasileiros de ponta no automobilismo internacional?

SJ – Sim, põe e muito. Nos não temos hoje brasileiros próximos da Fórmula Um, temos muito poucos. Mas também tem o problema que hoje custa muito caro e se não tivermos um programa de desenvolvimento de pilotos com uma empresa grande por trás, não teremos mais brasileiros na Fórmula Um daqui a alguns anos.

CeC – O kart é considerado a base indispensável para a formação de um piloto, não deveria haver um maior rigor nas punições aos pilotos que se excedem dentro das pistas de kart quando ainda são jovens. Falo isso com base nas inúmeras competições da categoria, onde percebemos que alguns competidores das categorias Novatos e Mirim, literalmente atropelam os adversários para galgar um posto melhor dentro da prova, e, muitas vezes, a pena que têm é um acréscimo de segundos ao tempo final, ficando o prejuízo para aquele que investiu, buscou patrocínio e foi tirado da prova por uma atitude questionável. A CBA não estaria sendo didática ao impor um maior rigor, a exemplo do que ocorre em outros países (ouvi um relato do Rafael Suzuki no qual disse que no Japão há um rigor imenso e atitudes desleais podem até gerar a proibição do piloto em competir no campeonato)?

SJ – Sim, falta rigor, mas também faltam equipamentos para eles poderem analisar melhor. A CBA/CNK poderia investir em equipamentos para conseguirem analisar as questões, poderiam ter o piloto consultor nas etapas para ajudar. Mas mesmo assim, poderiam fazer algum tipo de curso na Europa, Japão para termos punições que realmente deveriam ser aplicadas.

CeC – Jimenez. Esse tema de punição aos que cometem excessos nas pistas também precisa ser levado para as categorias de turismo?

SJ – Precisa ser levada a todo esporte a motor.

CeC – O que espera o Sérgio Jimenez de 2014?

SJ – Espero ter um ano bom, que possamos cravar nossa bandeira de uma vez na Stock Car, e chegar na última etapa do ano disputando o titulo!

CeC – O que você faria diferente em sua carreira? E o que não faria?

SJ – Fiz bastante loucuras para tentar chegar ao meu objetivo. Engoli muito sapo e engulo ate hoje para conseguir chegar aonde quero chegar. TSérgio Jimenez fotos do site oficial do piloto com devida autorizaçao de uso (17)alvez quando estava na Europa tivesse olhado um pouco mais para Indy, e para os Estados Unidos e outras categorias para eu poder virar um profissional.

CeC – Em um universo tão competitivo quanto o automobilismo é comum as pessoas acharem que fora das pistas os pilotos se digladiam, mas você é um dos personagens que tem mudado essa visão. É possível ser amigo e ter amigos dentro e fora das pistas?

SJ – Acho que fora a harmonia deve existir. Mas pilotos não são muito amigos de pilotos, principalmente daqueles que correm sempre um contra o outro. É muito difícil ser amigo, mas uma amizade sim ela tem que existir, e principalmente o respeito ao próximo que é o mais importante.

CeC – Qual o conselho para aqueles que querem seguir uma carreira como piloto no país?

SJ – Não vou colocar flores aonde não tem. É muito difícil. Precisa ter muita dedicação, querer muito e ter um bom “padrinho” para poder correr, pois no automobilismo você precisa de investimentos para poder ter o equipamento para correr e ser competitivo. Como em qualquer esporte que se não tiver apoio, não chega a lugar nenhum!

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